Logística reversa do setor de eletrodomésticos

 

Midea é uma das co-fundadoras da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE) e conta com mais de 3 mil pontos de coleta de resíduos sólidos

 

Em matéria de política de descarte de resíduos sólidos, o Brasil tem uma legislação avançada e que envolve toda cadeia de produção e consumo em seu cumprimento. Conhecida como logística reversa, a lei prevê que o consumidor devolva o produto sem mais utilidade em um dos pontos de coleta ou diretamente ao fabricante, que poderá reaproveitá-lo, transformando em matéria prima, ou eliminá-lo de forma adequada, preservando o meio ambiente.

 

Consciente do nosso papel social no tratamento de resíduos sólidos, a Midea investe em logística reversa, sendo uma das co-fundadoras da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE). Com mais de 3 mil pontos de coleta, em termos de infraestrutura, a ABREE superou a meta estabelecida pelo governo.


Mas afinal, como funciona na prática essa devolução? E qual a responsabilidade do consumidor?
Espalhados por todo o país, os locais de coleta oferecem segurança e praticidade para o descarte dos produtos. Ao consumidor cabe transportar o seu aparelho até um desses pontos. Vale lembrar, que um dos destaques da Lei 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, é que tanto o Poder Público, quanto a sociedade são responsáveis pela destinação adequada do resíduo eletroeletrônico. “É fundamental que cada um de nós entenda que também somos responsáveis pelo ciclo de vida dos produtos que adquirimos e, desta forma, integramos o processo de logística reversa. O descarte correto de um eletrônico ou eletrodoméstico traz benefícios para todos, fomentando a sustentabilidade e a economia circular'', pontua Francine Bolutavicius, diretora jurídica da Midea Carrier.